HISTÓRIA DE NOVA BELMONT

Cap. 3 - Reino de Belmont

Fundação - origens:
Desde a mudança para Castelo-ES em 1984, os irmãos Nunes Bastos se uniram cada vez mais, sempre brincavam juntos, e com seus amigos. Em 1985, na casa nova, e com um grande espaço só para os brinquedos, acabaram por formular um país inteiro com os playmobils e outros brinquedos, como comandos em ação (ei, o Cobra é que era do bem aqui... o outro cara era feio pra caramba e fumava às pampas!)

Foi assim que nasceu, em 1985, o país chamado de... Casa de Invenções, mais popularmente chamando de CI. Por que "casa"? Porque o território era formado pela CASA dos fundadores. Inclusive os países vizinhos, que jogavam na Copa do Mundo contra nossa seleção eram "casa de alguma coisa".

Somente quando a monarquia foi reinstaurada em meados de 1990, o país passa a se chamar Reino de Belmont.

Como esse país era formado por brinquedos (qualquer semelhança com os paples do Pedro Aguiar será coincidência. Isso foi fundado 7 anos antes de Porto Claro!), o "território" era grande o suficiente para se ter divisões de Estados e Cidades. Cada cômodo da casa seria uma cidade, cada "região" (andares?) seria um Estado.

Divisão Política:
No início eram 5 Estados: I, C, T, Q e Matão-Verdão. Com o progressivo desmatamento de Matão-verdão, o mesmo foi incorporado a C, passando a ser apenas uma cidade, e depois, com o calçamento da rua em frente à casa, a cidade sumiu do mapa.

Em I localizava-se a capital do país Belmont. Houve uma época em que a capital nacional não era a capital do Estado I, e a capital de I foi transferida para a cidade de I. O motivo do nome "I" eram as piscinas que havia no meio do Estado, que formavam um I. Infelizmente o "pingo do i" foi aterrado após alguns anos da fundação do país.

O Estado de C era o estado mais "chique", parte do país com grande comércio.

O Estado de T era formado pelo terraço da casa. Durante 1 ano a capital do país foi transferida para T, e retornou só mais tarde. Era um dos maiores pólos industriais da nação.

O Estado de Q era formado pelo quintal da casa, uma verdadeira floresta para o país. Esse Estado também teve diminuída sua área nos últimos anos, após a divisão dos lotes ao lado da casa do fundador.

Vida Política:
No início, Belmont nasceu como uma Monarquia Parlamentarista. Algumas revoluções, que deslocavam a capital de um lado para outro, transformaram o país numa República Parlamentarista. Somente com a volta da capital para o Estado I, e a mudança do nome do país para Reino de Belmont, a Monarquia Parlamentarista foi restaurada.

Durante todos esses períodos, no entanto, sempre a democracia esteve a frente. Mesmo durante a república, o Rei Renato I manteve-se no país. E foi eleito Presidente. Seu filho Renatinho quase sempre foi eleito Primeiro-Ministro.

Havia alguns partidos no país. Um deles, o do governo, e de Renatinho, era o Partido Laranja-e-Azul. Sua esposa Fernandinha quase sempre também era eleita governadora de algum Estado. O segundo partido mais forte era o Vermelho-Verde de Marcelo, Marcelinho e Aline. Em algumas ocasiões havia coligações entre esses dois partidos, que não possuíam grandes divergências. O grande partido de oposição era o Azul-Rosa, que tinha como maiores representantes o casal Guto e Raquel, o casal mais louco da nação. Havia ainda o Partido Vermelho-Branco, de Luciano, que podia se coligar tanto com a situação quanto com a oposição, embora fosse quase sempre leal ao governo.

Todos os anos havia eleições para Primeiro-Ministro e Governadores dos Estados. Os prefeitos eram apontados pelos governadores. Uma das maiores mancadas foi quanto o Governador de I nomeou Guto como prefeito de uma importante cidade do Estado. Assim que subiu ao poder, contatou o prefeito (do mesmo partido) de uma cidade fronteiriça, do Estado de C, e, com um discurso que animou a população das duas cidades, declarou a independência das duas cidades, e criou seu próprio país. Felizmente, antes de o Exército de Belmont invadir o "país", Guto foi deposto de seu cargo pela população que pediu ao governo de Belmont pela re-anexação. O motivo foi que o discurso republicano altamente democrático de Guto, que animou tanto o povo e prometia uma economia fortíssima, demonstrou ser uma farsa, e o que aconteceu foi uma monarquia ditatorial, em que o Governo apenas juntava dinheiro, enquanto o povo não via retorno em forma de serviços. O mesmo povo que colocou o novo Rei no poder, foi às ruas e derrubou o governo revolucionário no dia que o exército belmontês estava a postos para a invasão e retomada do controle da região.

Guto foi julgado e condenado. A pena seria terminar o mandato de prefeito até o fim, mas seria obrigadoa cumprir tudo que o Governo do Estado ordenasse, como um fantoche. O prefeito da outra cidade foi perdoado, pois entendeu-se que Amarelinho Um havia sido enganado por Guto.

Economia:
A vida econômica era extremamente ativa. Havia 3 grandes bancos, como o Real, o maior de todos. Era muito comum o uso de cartões de crédito e cheques. Havia grandes shoppings na capital. Embora a venda de cigarros tivesse sido proibida após o grande crescimento desse setor (nos centros comerciais havia várias bancas de venda, embora pouca gente os consumisse, o que assustava o governo), foi daí que saiu o nome do país. O nome foi escolhido ironicamente para que os fumantes inverterados não se esquecessem de que a partir de então, o vício ficaria só na memória. Que arrumassem outro vício mais saudável, e que os grandes comerciantes da droga sumissem do país, sob risco de prisão e morte.

Empresas:
Grande parte das empresas era privada, em Belmont. Dentre as estatais, destacavam-se as empresas de trasnportes, e as televisões (TVI, TVC, TVQ, TVT, TVO), que possuíam também grande programação.

As empresas de transporte tinham linhas regulares dentro das cidades, e entre as mesmas, via ônibus e avião.

A maior das emissoras de televisão, a TVI, possuía programas de entrevista, de auditório, transmitia os jogos dos campeonatos regionais, nacionais e mundias, além de outros eventos esportivos.

A holding RNB, dona do Banco Real, patrocinava eventos culturais, como shows, festivais de música, e a equipe Polar de Fórmula-1.

A MNB também estava presente em Belmont, patrocinando também uma equipe de Fórmula-1, a Alba.

Esportes:
Além do Futebol de Botão (veja o capítulo sobre o Jornalzinho), outro grande esporte era a Fórmula-1. As corridas quase sempre ocorriam em Belmont ou em I. As equipes eram: Polar, Cascorez, Alba, Durepoxi, Veda-Juntas e Super-Bonder. A maior de todas era a Polar, grande campeã de vários campeonatos.

  1. Introdução
  2. Clube-Império do Jornalzinho
  3. Reino de Belmont
  4. A Hibernação
  5. A Fusão
  6. O Despertar: a Revolução da Internet
  7. A Invasão