Salão Paple

Bandeira de Porto Claro

 

Os paples portoclarenses, abandonados em 1996, formaram a primeira sociedade de Porto Claro, antes da entrada de pessoas reais no país. Foram todos criados por Pedro Aguiar, e hoje fazem parte da história e folclore do micronacionalismo lusófono.

O termo paple é uma corruptela de "paper people", e transcendeu o mundo lusófono. Desde a publicação do email contando "A Verdade" dos paples (email de Pedro Aguiar a Jean Tisserad, em janeiro de 1997), o termo "paplismo" tem sido usado em todo o micromundo para definir os crimes de múltipla personalidade praticados por muitos micronacionalistas ontem e hoje.

Aqui nesse salão você pode ver alguns paples, e como eles representavam toda a sociedade do país na época. Em breve, mais paples aparecerão por aqui. Volte sempre!


Maria do Amaral
(Enfermeira. Deu pra notar?)


Márcio Halfoun, soldado da Guarda Real!
(Uniforme vermelhinho maneiro!)


Um túmulo!
(Se você acha que tem um paple aí dentro, acertou!)

Leonardo VI
(ex-Rei)

Leonardo VI
(ex-Rei, com o manto real de Porto Claro. Ei, devolva para o Rei João II!)

Giorgio Puzo
(um cara fascista sinistro!)
:-)